Posts Tagged ‘educação’
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Marcelo on 27 Jun 2010 under
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Reza a lenda que esses conselhos foram dados por Bill Gates, se é verdade ou não, não importa. Como no filme Stigmata: il messaggero non è importante.
É curioso como vários professores criticam as regras, especialmente a número 11. Essas teorias educacionais são ótimas no papel, mas para a vida não. Se eu tivesse de escolher, ficaria com as regras do tio Bill.
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Aqui estão alguns conselhos que Bill Gates recentemente ditou numa conferência em uma escola secundária sobre 11 coisas que estudantes não aprenderiam na escola.
Ele fala sobre como a “política educacional de vida fácil para as crianças” tem criado uma geração sem conceito da realidade, e como esta política tem levado as pessoas a falharem em suas vidas posteriores à escola.
regra 1
A vida não é fácil acostume-se com isso.
regra 2
O mundo não está preocupado com a tua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele ANTES de sentir-se bem com você mesmo.
regra 3
Você não ganhará R$ 20.000 por mês assim que sair da escola. Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição, antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.
regra 4
Se você acha teu professor rude, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você.
regra 5
Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da tua posição social. Seus avós têm uma palavra diferente para isso: eles chamam de oportunidade.
regra 6
Se você fracassar, não é culpa de seus pais. Então não lamente seus erros, aprenda com eles.
regra 7
Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são “ridículos”. Então antes de salvar o planeta para a próxima geração querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto.
regra 8
Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real. Se pisar na bola, está despedido, RUA !!! Faça certo da primeira vez.
regra 9
A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.
regra 10
Televisão NÃO é a vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho a boate, ou a farra para no dia seguinte ir trabalhar.
regra 11
Seja legal com os CDFs (aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas). Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar PARA um deles.
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Marcelo on 19 Jun 2010 under
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Marcelo on 17 Jun 2010 under
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Marcelo on 17 Jun 2010 under
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São 11 tirinhas no total, colocarei aos poucos.



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Marcelo on 31 May 2010 under
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O Jornal Nacional, da Rede Globo, está apresentando uma série de reportagens sobre os jogadores da seleção. Hoje, foi sobre o Luís Fabiano.
Era um aluno mal-educado, indisciplinado e etc. Mas a reportagem dizia que ele sempre teve personalidade forte e não levava desaforo pra casa.
No final da reportagem, enaltecia o jogador falando de seus feitos e dizendo que foi um aluno levado.
Depois ninguém sabe porque a educação vai mal.
O presidente é semi-analfabeto. Os ídolos também o são. Se ninguém vê problema nisso, qual a importância da escola ?
E por aí vamos …
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Marcelo on 07 Oct 2009 under
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Quantidade não é qualidade é uma frase muito utilizada pelos mais velhos, normalmente quando se fala em sexo. E acredite, eles têm razão.
Mas o contexto aqui é outro. O assunto é educação.
Há algumas décadas, quando estava na escola como aluno e não como professor, o ano letivo era mais ou menos assim:
início do primeiro semestre: final de fevereiro/início de março, sempre depois do carnaval.
término do primeiro semestre: não lembro ao certo, mas o importante é saber que tínhamos 25 a 30 dias de férias no meio do ano.
término do segundo semestre: se tudo corresse bem, ou seja, sem recuperação, 20 novembro entrava de férias.
Tínhamos 1 mês de férias no meio do ano e 2 a 3 meses de férias no fim do ano.
Atualmente temos 10 dias de férias no meio do ano e 1,5 mês de férias no fim do ano.
Os mais apressados diriam: ótimo, a qualidade do ensino está melhor. Ledo engano.
No meu tempo, eu sentia saudade da escola nos últimos dias férias. Nunca fui cdf ou coisa do tipo, mas a escola era um local agradável. É lógico que depois de 2 meses de aula já ansiava desesperadamente por férias …
Atualmente, os alunos não têm mais esse sentimento. Acredito que em grande parte seja por uma overdose de escola / cursinho. Eles estudam mais dias e mais horas por dia. Eles têm 6 tempos por dia, eu tinha 5.
Mas o paradoxo é que mesmo com o aumento da carga horária, os alunos não apresentam mais conhecimento e informação.
Pais desinteressados pela vida acadêmica de seus filhos, professores mal qualificados, tempo excessivo de estudo e instalações precárias são alguns fatores que contribuem para a nossa atual situação.
Todo mundo gostou do aumento da carga horária, diziam que formaria melhor os alunos. Besteira ! Esse aumento de dias letivos tem muito mais relação com a inserção da mulher no mercado trabalho do que uma legítima preocupação educacional. Escola, hoje, é em grande parte, depósito de crianças. Se os filhos estão na escola, não estão sozinhos em casa fazendo besteira. O Brasil pode se orgulhar de ter as babás mais qualificas do mundo: as professoras.
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Marcelo on 20 Sep 2009 under
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O artigo de um leitor para o jornal oglobo de hoje, 20/09/2009, está bem parecido com o que eu pensei em escrever. Então dá uma olhada no artigo dele.
Quarta-feira passada vi o novo programa do Justus. Mais um programa de perguntas valendo dinheiro. Formato conhecido, mas vamos lá, deixa eu ver uns minutos.
O nível das questões anda muiiiiito baixo. Apesar de isso não ser surpresa pra mim. Lembro de uma edição de “O aprendiz”, do mesmo Justus, em que ele perguntava ao dois finalistas:
1. Qual o PIB do Brasil;
2. Quais países da Am. Sul não faziam fronteira com o Brasil;
3. Quais países da Am. Sul não tinham litoral;
Não responderam corretamente nenhuma questão (mas chegaram perto do PIB). Detalhe, quem ganhasse o programa teria um salário de R$ 250.000,00 por ano. Ou seja, uma pessoa com um salário desse deveria ter um mínimo de cultura/conhecimento geral.
Se a nossa ‘elite’ não tem educação, o que pensar do povão ???
Existe um fator positivo nessa profusão de programas ‘educacionais’: as pessoas estudam pra ganhar uma grana por lá. Esse é o verdadeiro incentivo à educação ! GRANA !! Não tem professor, computador, datashow ou seja lá o que for que dê jeito. O negócio é botar dinheiro na parada, então o povo estuda.